Mercado de aluguel cresce em meio à alta da inadimplência
Resumo do MercadoPorGislene Vecchio Gislene Vecchio O mercado de aluguel no Brasil entrou em 2025 em expansão, impulsionado pela urbanização, envelhecimento da população e crédito imobiliário ainda restrito. A fatia de domicílios alugados subiu de 18% para 23% entre 2016 e 2024, passando de 12,3 milhões para 17,8 milhões de lares. A tendência abre espaço para novas soluções digitais e pressiona o setor a rever modelos de atendimento, cobrança e análise de risco. Por outro lado, o cenário macroeconômico segue desafiador. Com a Selic mantida em 15% ao ano pelo Copom, o custo do crédito permanece elevado e impacta toda a cadeia: encarece financiamentos, reduz investimentos em imóveis para locação e aumenta o preço das garantias locatícias. Ao mesmo tempo, estimula a demanda por aluguel em um ambiente de renda ainda pressionada. A inadimplência tornou-se um dos principais entraves. A taxa nacional gira em torno de 3,5%, mas chega a 6% em estados do Norte e Nordeste. Pequenas oscilações comprometem a rentabilidade das imobiliárias, que em grande parte ainda operam cobranças manuais. O custo para recuperar um aluguel atrasado pode superar 20% do valor devido, e ações judiciais continuam lentas. Para especialistas, o avanço depende de automação, integração bancária e bases regionais de dados. O setor também passa por uma transformação nas garantias. O fiador, que representava 62% dos contratos em 2020, caiu para 39% em 2024, enquanto garantias pagas — como seguro-fiança e títulos digitais — saltaram para quase metade do mercado. Em 2025, essas modalidades mantêm participação entre 30% e 35% e devem alcançar até metade dos contratos em 2026. É neste cenário de mudanças que as companhias precisam se reestruturar e a digitalização do atendimento segue como diferencial competitivo. Imobiliárias com pré-atendimento automatizado e integração de garantias têm maiores taxas de conversão. Hoje, o tempo médio de primeira resposta é de 6h17, e um quinto dos clientes não recebe retorno. Ferramentas de inteligência artificial, ainda pouco usadas (3,6%), reduzem o tempo para minutos e elevam a taxa de conclusão para até 97%. Apesar do avanço estrutural, o setor segue pressionado por incertezas regulatórias. A Lei do Inquilinato é considerada defasada diante da digitalização, e propostas de mudanças em despejo extrajudicial geram dúvidas entre seguradoras e startups. Especialistas defendem atualização legal, integração com cartórios e regras claras para garantir previsibilidade a investidores. Com crescimento consistente na base de locatários e avanço das garantias digitais, o mercado deve continuar em expansão, mas sua sustentabilidade dependerá de modernização regulatória, tecnologia de crédito e profissionalização da gestão.
Calote, despejo e promessas não cumpridas: entenda as obrigações de inquilinos e proprietários e evite conflitos na locação

Quem aluga e quem ocupa o imóvel deve conhecer direitos, deveres e cuidados na locação, mantendo contrato claro e comunicação aberta Por Murilo Melo Demorou para o arquiteto Fernando Paiva, 52, encontrar o apartamento de três quartos na Mooca, zona leste de São Paulo. O imóvel, aconchegante e bem iluminado, parecia perfeito para acomodar sua mulher e seus dois filhos. No contrato, a imobiliária garantiu que pequenos reparos, como infiltrações, tomadas quebradas e o piso desgastado, seriam resolvidos antes da entrega das chaves. Mas a promessa ficou só no papel. Dias de frustração e inúmeras mensagens sem resposta se transformaram em discussões acaloradas com o proprietário, ofensas e até ameaças de processo. Depois de semanas de impasse, Paiva conseguiu cancelar o contrato sem gerar multa, encerrando uma negociação que, segundo ele, “começou com empolgação e terminou em exaustão”. “É inadmissível alugar um imóvel e não se responsabilizar pelos problemas que já existiam antes da entrada do inquilino, achando que ele deve simplesmente aceitar e pagar do próprio bolso para resolver. É, no mínimo, desrespeitoso e injusto com quem fechou negócio”, diz o arquiteto. Conflitos entre proprietário e inquilino, como foi o caso de Paiva, não são raros de encontrar. Entre os mais frequentes estão atrasos na entrega das chaves, divergências sobre reajustes e rescisões antecipadas, além de discussões sobre quem deve arcar com determinados reparos, principalmente quando se trata de desgaste natural ou falhas estruturais. Há também problemas com atrasos no pagamento de aluguel, uso inadequado do espaço, impasses envolvendo a devolução do imóvel sem pintura, retenção indevida de caução e benfeitorias realizadas sem autorização. As infrações podem recair tanto sobre o locador quanto sobre o locatário. Quando o inquilino descumpre o contrato, há risco de ação de despejo, que rompe o vínculo contratual e pode deixá-lo sem moradia. Por outro lado, quando o problema parte do proprietário, o inquilino pode buscar indenização ou até rescindir a locação. “Boa parte dos problemas nasce da falta de clareza contratual, vistoria mal feita, além da falta de uma minientrevista com o possível inquilino. Esses são os três pilares de uma boa locação”, começa Douglas Vecchio, CEO da Onda, empresa de tecnologia para o mercado de locações. “É muito comum estarmos diante de contratos com cláusulas genéricas sobre manutenção, reajuste e garantias do aluguel. Quanto à vistoria, é imprescindível ter fotos e vídeos específicos e com boa resolução, testes elétricos e hidráulicos e, se for o caso, móveis. Além da obviedade da assinatura das partes. Em caso de discussão judicial, essa é a prova mais valiosa para ambas as partes”, completa. Direitos e deveres na locação de imóveis A Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991) existe justamente para equilibrar a relação entre quem aluga e quem mora no imóvel, indo além do que prevê o Código Civil e incorporando regras de boa-fé e bons costumes. O proprietário precisa entregar o apartamento ou casa em condições adequadas, garantindo que o inquilino possa usar o espaço sem problemas e respondendo por qualquer defeito que já existisse antes da locação, inclusive até aqueles que ele nem sabia que estavam lá. Para o inquilino, o combinado é simples: pagar o aluguel e encargos em dia, cuidar do imóvel como se fosse seu e avisar imediatamente caso surja algum problema, seja da responsabilidade do locador ou causado por si, familiares ou visitantes. Se o inquilino fizer reparos sem informar o locador, perde o direito de pedir compensação. Mas as obrigações vão além do imóvel. O inquilino também arca com contas de luz, água, gás e despesas de condomínio durante o período da locação, além de entregar ao proprietário documentos de cobrança de tributos, multas ou exigências de órgãos públicos, mesmo que não estejam dirigidos a ele. O locador, por sua vez, precisa cumprir sua parte, pagando tributos que não foram repassados e respeitando todas as cláusulas do contrato. Direitos e deveres também podem ser definidos em cláusulas específicas de cada contrato, reforçando a responsabilidade mútua. Já as pequenas manutenções decorrentes do uso cotidiano, como troca de lâmpadas ou conserto de itens de desgaste natural, cabem ao inquilino. “Se o locador se recusar a realizar consertos urgentes, o locatário pode executá-los e depois descontar o valor do aluguel, desde que notifique formalmente o proprietário e comprove os gastos”, explica Daniela Poli Vlavianos, advogada do escritório Arman Advocacia. O que a lei diz sobre inadimplência e devolução do imóvel Vlavianos também explica que o atraso no pagamento do aluguel não passa impune: o locador pode cobrar multa e juros de mora, respeitando o limite legal de 10% sobre o valor do débito, e, se a inadimplência persistir, propor ação de despejo com base no artigo 9º, inciso III, da lei. Ainda assim, aponta, a legislação oferece uma chance ao inquilino: a purgação da mora permite quitar a dívida integralmente até a audiência de conciliação, evitando a rescisão do contrato. Além disso, o atraso no pagamento é apenas uma das situações previstas na lei em que o proprietário pode solicitar a devolução do imóvel. Em regra, ele não pode reaver o bem antes do término do contrato, afirma Jennifer Melo Oliveira, advogada do Fabio Kadi Advogados. Mas a Lei do Inquilinato prevê exceções: o imóvel pode ser retomado por mútuo acordo, em caso de infração legal ou contratual, necessidade de obras urgentes, falta de pagamento do aluguel, ausência de garantia locatícia válida (como quando um fiador é exonerado e o inquilino não apresenta nova garantia em até 30 dias) ou ainda para uso próprio nos contratos por prazo indeterminado. Como resolver impasses entre proprietário e inquilino Nos casos de impasse entre inquilino e proprietário, os especialistas dizem que é possível buscar auxílio em órgãos de mediação antes de recorrer à Justiça. Os Procons estaduais e municipais orientam sobre direitos e deveres e podem promover conciliações extrajudiciais. Outra alternativa são os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), vinculados ao Poder Judiciário, onde profissionais habilitados conduzem a mediação para tentar chegar a um acordo. Quando não há consenso, a via judicial se torna necessária. É fundamental contar com um advogado especializado em direito
Entenda as novas regras de financiamento para compra da casa própria

Especialistas acreditam que medidas reduzirão custos e facilitar o financiamento imobiliário Chaveiro com formato de uma casa em um imóvel novo (Crédito: Reprodução/B3) O governo federal anunciou na sexta-feira (10) uma série de mudanças no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) que, segundo especialistas ouvidos pela IstoÉ Dinheiro, deverão reduzir custos e facilitar o financiamento da casa própria para parte da população brasileira. A proposta foi desenhada para ampliar o acesso ao crédito e aumentar a concorrência, o que pode gerar taxas menores e mais inclusão”, afirma o planejador financeiro com certificação CFP pela Planejar Henrique Soares. A mudança de mais fácil entendimento para quem deseja comprar seu primeiro imóvel foi a elevação do valor máximo de imóvel financiado de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Como o SFH limita os juros a um máximo de 12% ao ano, sua ampliação permite a compra de imóveis maiores com taxas mais baixas. Antes, parte desse mercado ficava no SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), com as definições feitas pelos próprios bancos e instituições financeiras, com autonomia nas negociações, geralmente resultando num custo maior”, explica o empresário Douglas Vecchio, CEO da Onda, que atua com tecnologia para o mercado de locações. Segundo dados de agosto do Banco Central, a taxa média de juros do financiamento imobiliário não regulado varia de 10,78% a 22,79%, de acordo com a instituição financeira. Já as taxas reguladas estão em 10,90%. O SFH também é o sistema que permite aos compradores utilizarem o dinheiro retido no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como entrada do financiamento. Com sua expansão, mais pessoas poderão utilizar esse benefício. Bancos com mais flexibilidade Algumas das mudanças anunciadas possuem um efeito apenas indireto sobre os consumidores, porém também devem contribuir para melhorar o ambiente de crédito. São alterações na regulamentação sobre as operações financeiras que os bancos realizam para fornecer o crédito imobiliário. Antes, os recursos dos financiamentos pelo SFH advinham do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Funcionava assim: do total de dinheiro que os clientes mantinham na caderneta de poupança, os bancos deveriam usar 65% no financiamento imobiliário, 20% em depósitos compulsórios no Banco Central (BC) e 15% permaneciam para uso livre. A nova regra libera todo o valor da caderneta para operações de uso livre dos bancos. Como contrapartida, eles deverão disponibilizar valor equivalente ao da caderneta para financiamentos através do SFH. A liberação total da poupança, no entanto, ocorrerá apenas em janeiro de 2027. Até lá, haverá um período de transição, com uma mudança progressiva nas porcentagens, a começar pela redução dos compulsórios. Na visão de Henrique Soares, “com mais instituições oferecendo crédito e mais liberdade para os bancos, o processo deve ficar mais ágil e vantajoso no médio prazo”. Neste novo sistema, os bancos deverão buscar formas alternativas para disponibilizar os valores de empréstimos. Deverão ser utilizados sobretudo recursos obtidos com títulos privados como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Mais concorrência O novo regulamento oferece também a possibilidade de bancos que não possuem caderneta de poupança oferecerem financiamento no SFH. “Instituições que não captam poupança também poderão oferecer crédito imobiliário em condições parecidas com as dos grandes bancos, usando os chamados Depósitos Interfinanceiros Imobiliários (DIIs). Isso deve aumentar a competição e gerar melhores condições para o consumidor”, explica Soares. “Na prática, isso significa que mais famílias podem planejar a compra da casa própria com entrada menor e parcelas mais acessíveis, tornando o financiamento viável para quem antes enfrentava barreiras de renda ou altos custos iniciais”, explica outra planejadora financeira com certificação CFP pela Planejar, Rafaela de Sá. As mudanças já produziram impacto em ao menos uma instituição, já que a Caixa Econômica Federal anunciou o retorno do modelo que permite financiar até 80% do valor total do imóvel. Desde o final de 2024, o limite estava em 70%. O banco vai começar a operar com as novas regras a partir do dia 13 de outubro. Financiar um imóvel agora ou esperar? A decisão sobre já financiar um imóvel ou esperar a mudança das regras deve levar em conta especificidades de cada comprador. “Se a pessoa já tem entrada guardada, achou um imóvel legal e tem segurança na decisão, pode valer a pena seguir agora. As condições já estão melhores do que nos últimos meses, especialmente com a volta do financiamento de 80%”, opina Soares. “Agora, quem ainda está se organizando, sem urgência ou com espaço para esperar, pode acompanhar a evolução do novo modelo. A partir de 2027, a tendência é que haja mais concorrência entre os bancos, o que pode trazer taxas menores e mais opções de crédito”, conclui o planejador financeiro.
Setor imobiliário exige modernização para poder alavancar a indústria no país

Douglas Vecchio O setor imobiliário brasileiro há décadas opera sob um modelo engessado, com processos morosos e uma relação pouco equilibrada entre garantidoras, imobiliárias e locatários dentro de um segmento essencial tanto do ponto de vista social quanto econômico. Para se ter uma ideia dessa importância, ano passado cerca de 23% dos domicílios brasileiros eram alugados, alta de 45% no número absoluto desde 2016, segundo o IBGE. A Lei do Inquilinato segue como base para o setor e a garantia locatícia vem ganhando destaque como trava de segurança do contrato de locação, garantindo o pagamento do aluguel e a rescisão contratual para a imobiliária, mesmo que o inquilino atrase os pagamentos. Essa estrutura, no entanto, precisa se modernizar para permitir o avanço efetivo de uma indústria, que movimenta cerca de R$ 600 milhões por ano. É neste sentido que uma ferramenta como o Warranty as a Service (WaaS)— a “garantia como serviço” surge como um caminho para o segmento. Trata-se de um modelo ainda novo no país, que é inspirado no conceito de Banking as a Service (BaaS). O setor precisa mais do que recursos tecnológicos, é necessária uma solução que ofereça uma proposta de reorganização do ecossistema de locação, como o que propõe o WaaS. Na prática, trata-se de uma ferramenta que transforma as imobiliárias em parceiras estratégicas, oferecendo a elas cashback, autonomia tarifária e acesso a um score imobiliário, baseado em desempenho e recorrência. Em vez de operar à margem, essas empresas passam a ter protagonismo no processo. Ou seja, tudo é avaliado, desde a análise de crédito até a liberação do imóvel, a ferramenta centraliza e simplifica o fluxo. Hoje, as imobiliárias sofrem com o atual modelo de mercado, mas ferramentas como o WaaS podem fazer com que elas recebam até 15% de cashback e os corretores até 5%, com pagamento em até 24 horas após a quitação do contrato. Não se trata apenas de fidelização, mas de um modelo que recompensa a eficiência. Isto, é, quanto maior o volume de contratos bem-sucedidos, melhor o score da imobiliária — e com isso, melhores as condições comerciais. Trata-se da criação de um ciclo de reputação e resultado, onde todos os envolvidos são incentivados a entregar mais, com mais qualidade. Isso tudo, ainda envolve o uso de inteligência artificial na análise de sinistros, eliminando dias de espera por uma resposta inicial, aumenta a transparência e dá agilidade a um processo historicamente lento e conflituoso. Mas, é claro, é preciso reconhecer os limites da tecnologia. Algoritmos não podem operar sem supervisão. A IA precisa de critérios claros, revisão constante e transparência. Para transformar o mercado, tem de haver critério com base em indicadores sólidos. Entendemos que isso levanta uma preocupação: quem ficará de fora dessa transformação? Há o risco, sim, de que o avanço tecnológico gere uma polarização — de um lado, empresas bem estruturadas; de outro, pequenas imobiliárias sem acesso às novas soluções. O desafio está em conciliar inovação com inclusão. O cenário macroeconômico — com juros altos, instabilidade e mudanças no perfil do consumidor — exige que o setor imobiliário deixe de operar com lógicas do passado. Modelos desatualizados já não se sustentam. É hora de rever processos, relações e formas de gerar valor. Inovação, com uma nova cultura de garantias, baseada em dados, agilidade, meritocracia e colaboração é o novo caminho. O mercado está diante de uma escolha: continuar insistindo em estruturas ultrapassadas ou aceitar que é hora de virar a página. A mudança do setor já começou e é preciso revisitarmos os sistemas para nos adequarmos as exigências e nos mantermos vivos e sustentáveis.
“CPF dos imóveis” ainda nem entrou em vigor e já gera polêmica no mercado imobiliário

Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) promete mais transparência e segurança nas transações, mas especialistas alertam para desafios na implantação 8 de outubro de 2025 Regulamentado há pouco mais de um mês pela Receita Federal, o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) — apelidado de “CPF dos imóveis” — ainda nem começou a funcionar e já provoca debate no mercado. O novo sistema tem o objetivo de unificar informações de cartórios, prefeituras e órgãos públicos em uma base nacional de dados a partir de 2026, mas especialistas apontam riscos de aumento indireto de tributos e dificuldades na execução. Criado pela Instrução Normativa nº 2.275/2025 e previsto na Lei Complementar nº 214/2025, o CIB deve entrar em fase de testes até novembro deste ano e começar a ser implantado em janeiro de 2026. Cada imóvel receberá um código único, georreferenciado, para centralizar dados cadastrais e fiscais em todo o país. Segundo a Receita, o sistema trará mais transparência e ajudará a combater fraudes. No entanto, para o advogado Marcelo Tapai, especialista em direito imobiliário, o cruzamento de informações pode levar à atualização dos valores venais pelos municípios, o que impactaria impostos como IPTU, ITBI e ITCMD. “Embora as alíquotas não aumentem, o valor a pagar pode subir com a revisão dos cadastros”, afirmou. O advogado Marco Tullyo N. R. dos Santos também vê o CIB como um avanço, mas alerta para riscos de aumento indireto da carga tributária e desafios de adequação em cartórios e prefeituras. “Será essencial garantir critérios transparentes e respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados”, disse. Para o setor de tecnologia, o sucesso do sistema dependerá da governança e da clareza nas regras. “Sem prazos realistas e padrões técnicos, o CIB pode gerar custos e judicialização”, avaliou Douglas Vecchio, CEO da empresa Onda. A Receita Federal nega que o novo cadastro traga aumento de impostos. Em nota, o órgão afirmou que a Reforma Tributária apenas substitui os atuais tributos por um imposto sobre valor agregado (IVA dual) e prevê reduções de alíquotas para locações e operações imobiliárias. Aluguéis de até R$ 600 mensais, por exemplo, ficarão isentos. Apesar do potencial para modernizar a gestão fundiária, especialistas pedem cautela. “O CIB é um passo importante, mas precisa de transparência, infraestrutura e diálogo com o mercado para não gerar insegurança jurídica”, concluiu o tributarista Paulo Tatsch Junior. Redação com informações do InfoMoney
Garantias locatícias: com aumento de inadimplência, mercado se movimenta

Mercado que movimenta cerca de R$ 300 milhões por ano foi balançado com a saída de alguns players importantes e avanço de outros Crise e Consolidação: O Novo Cenário do Mercado de Garantias Locatícias O mercado de garantias locatícias, avaliado em R$ 300 milhões anuais, está em efervescência. O recente aumento da inadimplência no segmento de locação, saltando de 3,09% em março para 3,59% em junho, acendeu um sinal de alerta e impulsionou uma onda de transformações, consolidando o setor e redefinindo estratégias. O Caso QuintoCred e a Reação do Mercado A decisão do Quinto Andar de encerrar as operações do QuintoCred, seu produto de garantia locatícia, foi um marco que demonstrou a seriedade da crise. A empresa justificou a reestruturação como um movimento necessário para focar em seu core business. No entanto, o mercado não tardou a reagir. A Loft, especialista em garantias, rapidamente absorveu a carteira da QuintoCred, projetando alcançar 650 mil contratos de fiança de aluguel até o final de 2025, um salto significativo em relação aos atuais 500 mil. Essa não foi a primeira aquisição da Loft; em 2021, a empresa já havia incorporado a CrediPago, outra plataforma de garantias. Esse movimento reflete uma tendência acelerada nos últimos dois anos: pequenas e médias empresas do setor têm sido forçadas a sair do mercado ou a serem absorvidas por companhias mais capitalizadas e tecnologicamente avançadas. A Necessidade de Mudança e a Importância do Contato Humano Douglas Vecchio, fundador da Onda (antiga Onda Segura), enfatiza a urgência de uma mudança. Segundo ele, a situação de aumento da inadimplência torna o modelo atual insustentável para muitos. “A digitalização foi importante e o conhecimento em crédito e risco também. Mas não se pode deixar de lado o contato humano na hora da locação”, afirma Vecchio. Para combater as “sinistralidades” – casos de inquilinos que deixam de pagar aluguel ou danificam o imóvel – a Onda desenvolveu um novo sistema de garantias: o Warranty as a Service (WaaS). Este modelo cria um score para imobiliárias, oferecendo um cashback de até 20% para aquelas que monitoram mais de perto os contratos e são mais criteriosas na seleção dos inquilinos. Parcerias Estratégicas e o Poder da Escala Grandes players também estão redefinindo suas estratégias. O Grupo OLX – detentor dos portais Zap, Viva Real e OLX – buscou a expertise da Creditas em crédito, terceirizando essa complexidade. A parceria resultou em um crescimento impressionante de 280% para a Creditas na área de garantias locatícias entre janeiro e agosto de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Daniel Ricci, head de soluções imobiliárias da Creditas, ressalta a natureza do produto: “Se parece muito com crédito e por isso requer uma análise profunda de risco, controle de fraude e, principalmente, capital por parte das empresas para sustentar essa operação”. Ele prevê uma seleção natural no mercado, onde apenas empresas com escala e expertise conseguirão sobreviver. A Loft, com oito anos de atuação e meio milhão de contratos ativos, se posiciona como o maior player privado do setor. Sandro Westphal, vice-presidente de alianças e parcerias estratégicas da Loft, corrobora a visão de Ricci: “Sem escala, capital e tecnologia, fica difícil para uma empresa sobreviver nesse mercado”. A Loft também inovou com o Garantia Investe, uma modalidade de “caução turbinada” onde o dinheiro da garantia é investido e rende. O Ambiente Regulatório e os Desafios Futuros Sandro Westphal, recentemente nomeado para o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), destaca a importância do debate sobre a regulação do setor. Em um cenário de juros altos, que afastam os consumidores de financiamentos e impulsionam a busca por aluguéis, a clareza regulatória se torna ainda mais crucial. Ele aponta que, diferentemente dos seguros, as garantidoras são regidas pela Lei do Inquilinato, com regras mais longevas e seguras. No entanto, o advogado Eduardo Brasil, sócio do escritório Fonseca Brasil, vê a consolidação do mercado como um “alerta institucional” sobre a fragilidade do ambiente regulatório das garantias digitais. “A ausência de um marco legal específico abre espaço para operadores sem lastro financeiro ou governança adequada, o que expõe locadores e imobiliárias a riscos sistêmicos”, adverte. A falta de clareza jurídica e padronização pode levar os inquilinos a um retorno à burocracia de comprovações de renda ou à busca por fiadores. Atualmente, apenas 40% do mercado utiliza alguma forma de garantia locatícia, e o avanço dessa modalidade pode ser comprometido pela incerteza. Conheça as Garantias Locatícias Para entender melhor o cenário, é fundamental conhecer as principais modalidades de garantias locatícias: A evolução do mercado de garantias locatícias reflete a dinâmica de um setor em constante adaptação. A busca por escala, tecnologia e, paradoxalmente, a valorização do contato humano, moldarão o futuro das locações no Brasil. Fonte: Infomoney, Anna França
5 Dicas para o inquilino de primeira viagem

Alugar um imóvel pela primeira vez pode parecer desafiador, mas com um bom planejamento, tudo fica mais fácil. Pensando nisso, preparamos um checklist com 5 dicas essenciais para quem vai encarar essa nova etapa. Se você é um inquilino de primeira viagem, essas informações vão te poupar tempo, dores de cabeça e até dinheiro. 1. Organize a documentação com antecedência Antes mesmo de visitar imóveis, já comece a separar os documentos básicos que costumam ser solicitados: Dica bônus: Ter tudo digitalizado em PDF facilita (e muito!) o envio para a imobiliária. 2. Defina seu orçamento real Além do valor do aluguel, leve em conta os custos extras como: O ideal é que o valor total da moradia não comprometa mais que 30% da sua renda. 3. Visite o imóvel com olhar crítico Na visita, observe pontos como: Se possível, visite o local em horários diferentes para sentir o ambiente ao longo do dia. 4. Leia o contrato com atenção O contrato de locação é um documento sério. Leia com calma e, se tiver dúvidas, pergunte. Atenção especial a: 5. Escolha a garantia locatícia ideal Tradicionalmente, a figura do fiador gerava muita dor de cabeça, difícil de encontrar, cheio de exigências. Hoje, alternativas como o fiador digital da Onda Segura tornaram esse processo muito mais simples e rápido. Com a gente, você garante seu aluguel de forma descomplicada, 100% online e sem constrangimento. Pronto para morar? Com esse checklist em mãos, sua jornada rumo ao primeiro aluguel vai ser muito mais tranquila. A Onda Segura está aqui para te ajudar nesse processo com soluções práticas e seguras. Se tiver dúvidas, fale com a gente. Boa sorte na sua nova fase!
Mercado Imobiliário em 2025: Tendências, Desafios e Oportunidades

O mercado imobiliário continua a se transformar, influenciado por fatores econômicos, tecnológicos e sociais. Com novas demandas surgindo e novas tecnologias ganhando espaço, é fundamental para investidores e compradores estarem atentos às tendências que estão moldando o setor. Se você está considerando investir ou comprar imóveis em 2025, fique por dentro das principais tendências e oportunidades. 1. Cidades Inteligentes e sustentáveis: O futuro é agora As cidades inteligentes, que combinam tecnologia de ponta e práticas ecológicas, estão ganhando cada vez mais destaque. Com o foco crescente em sustentabilidade, os imóveis em áreas que adotam soluções verdes e de eficiência energética estão se valorizando. No Brasil, várias cidades já começaram a investir em infraestrutura inteligente, o que promete transformar o mercado imobiliário nos próximos anos. Oportunidade para investidores: Imóveis em regiões que estão sendo desenvolvidas com foco em cidades inteligentes podem ser um excelente investimento a longo prazo. Dica para compradores: Fique atento aos projetos que oferecem não apenas qualidade de vida, mas também um bom retorno sobre o investimento, com valorização esperada. 2. Imóveis de luxo: O Setor de alto padrão em ascensão O mercado de imóveis de luxo continua forte, especialmente nas grandes cidades e regiões turísticas. Imóveis de alto padrão, que oferecem mais do que o básico, como segurança, conforto e exclusividade, continuam a atrair compradores de alta renda. Oportunidade para investidores: Imóveis de luxo permanecem uma boa aposta, principalmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que oferecem alta demanda por esse tipo de propriedade. Dica para compradores: Se está procurando por um imóvel de luxo, analise a localização, os acabamentos e o potencial de valorização. Imóveis exclusivos e bem localizados tendem a manter sua valorização mesmo em momentos de crise. 3. Imóveis para aluguel por temporada: O crescimento do modelo O aluguel por temporada, especialmente por meio de plataformas como Airbnb, se consolidou como uma forma eficaz de gerar renda passiva. A tendência de morar por curtos períodos, especialmente em destinos turísticos, continua em alta, com muitas pessoas preferindo esse modelo por sua flexibilidade e praticidade. Oportunidade para investidores: Imóveis em regiões turísticas ou áreas com alta demanda por aluguel de curta duração oferecem excelente potencial de rentabilidade. Dica para compradores: Antes de investir, pesquise as regulamentações locais sobre aluguel por temporada, que têm sido cada vez mais regulamentadas em diversas cidades. 4. Tecnologia e Inovação: O Imobiliário digital A tecnologia está transformando o mercado imobiliário. Ferramentas como realidade aumentada (AR) e inteligência artificial (IA) estão mudando a forma de comprar e vender imóveis, tornando o processo mais rápido, preciso e acessível. Desde visitas virtuais até análise de dados preditiva, as inovações estão deixando o setor mais eficiente. Oportunidade para investidores: Investir em tecnologia, como aplicativos imobiliários avançados e plataformas de análise de dados, pode ser uma estratégia inteligente para quem busca otimizar o processo de compra e venda. Dica para compradores: Aproveite as ferramentas digitais, como visitas virtuais e sistemas de realidade aumentada, para conhecer melhor os imóveis sem sair de casa. 5. Trabalho remoto e o mercado Imobiliário A popularização do trabalho remoto tem levado muitas pessoas a buscar imóveis em regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos, buscando qualidade de vida e preços mais acessíveis. Isso tem impulsionado o mercado em áreas suburbanas e no interior. Oportunidade para investidores: Imóveis em áreas periféricas ou no interior, que antes eram menos procurados, estão se tornando mais atraentes, com uma valorização crescente. Dica para compradores: Se você planeja se mudar para uma área mais afastada, verifique a infraestrutura local, como conectividade de internet e acessibilidade a serviços essenciais, para garantir uma boa qualidade de vida. 6. Perspectivas para o futuro do mercado Imobiliário O futuro do mercado imobiliário está ligado a mudanças nas preferências dos consumidores e à evolução do comportamento de consumo. A busca por imóveis mais sustentáveis e multifuncionais deve continuar a crescer. Além disso, a digitalização do setor promete facilitar ainda mais a experiência de compra e venda de imóveis. Oportunidade para investidores: Acompanhe as tendências de sustentabilidade e tecnologia, que continuarão a moldar o mercado e proporcionar boas oportunidades de investimento. Dica para compradores: Invista em imóveis que atendam às novas necessidades do mercado, com foco em sustentabilidade e adaptabilidade às mudanças no estilo de vida. O mercado imobiliário de 2025 traz novas oportunidades tanto para investidores quanto para compradores. Ao entender as tendências e inovações do setor, é possível fazer escolhas mais informadas e garantir bons retornos, seja no curto ou no longo prazo. Fique atento às mudanças no comportamento dos consumidores e invista de forma estratégica para aproveitar as melhores oportunidades que o mercado oferece. Se você está pensando em investir ou comprar um imóvel, agora é o momento de agir. O mercado está em constante evolução, e as melhores oportunidades podem não durar para sempre!
O Que os Proprietários Mais Valorizam ?

Com o crescimento do mercado de aluguel no Brasil, cresce também a preocupação dos proprietários com a segurança na locação de imóveis. Afinal, alugar um bem tão valioso envolve riscos, como inadimplência, desgastes no imóvel e contratos mal gerenciados. Hoje em dia, a decisão de alugar vai além do valor do aluguel: os proprietários estão cada vez mais atentos à qualidade da garantia locatícia, à agilidade no processo e à proteção jurídica. Mas afinal, o que os locadores realmente valorizam em uma locação segura? E como o mercado pode responder a essas novas demandas? 1. Garantia de recebimento do aluguel A prioridade número 1 para qualquer proprietário é a certeza de que vai receber em dia. Soluções modernas, como o fiador digital da Onda Segura, oferecem essa tranquilidade com contratos garantidos por empresas especializadas que assumem a responsabilidade em caso de inadimplência. Isso elimina riscos comuns do fiador tradicional, que pode falhar na hora em que mais se precisa. 2. Agilidade e menos burocracia A burocracia é um dos principais entraves para fechar um contrato. Por isso, os proprietários valorizam cada vez mais modelos de locação simplificados e digitais, que reduzem a vacância do imóvel e aceleram o início da ocupação. Com o fiador digital, por exemplo, é possível fechar um contrato em poucos dias, ou até horas, com toda a segurança jurídica e financeira. 3. Inquilino com perfil confiável Uma análise de crédito bem feita também é fundamental. Os proprietários querem segurança, mas sem perder velocidade no processo. Por isso, soluções que unem rapidez e rigor na avaliação do inquilino estão em alta. A Onda Segura utiliza sistemas modernos de análise automatizada, garantindo que apenas candidatos com perfil sólido sejam aprovados. 4. Cobertura de encargos e danos Mais do que garantir o aluguel, os proprietários valorizam proteção completa. Coberturas que envolvem taxas de condomínio, IPTU, multas e até eventuais danos ao imóvel são diferenciais decisivos no momento da locação. Essa é uma das vantagens do modelo digital: ele oferece planos personalizáveis, que ampliam a segurança do proprietário sem complicar a vida do inquilino. 5. Suporte jurídico e administrativo Ter suporte especializado em caso de conflitos, inadimplência ou necessidade de ações judiciais é outro ponto muito valorizado. Empresas que acompanham o contrato do início ao fim oferecem tranquilidade e evitam dores de cabeça para o proprietário. O novo perfil do locador: mais exigente, mais digital O comportamento do locador mudou. Hoje, ele quer segurança, mas também eficiência, transparência e inovação. Ele não quer perder tempo com papelada, ligações intermináveis ou riscos evitáveis. A boa notícia é que o mercado já oferece soluções alinhadas a essa realidade. Na Onda Segura, o seu imóvel está em boas mãos A Onda Segura oferece fiador digital confiável, análise ágil, proteção contra inadimplência e suporte completo — tudo isso com a facilidade do ambiente 100% online. Se você é proprietário ou atua em uma imobiliária, fale com a gente e descubra como tornar suas locações mais seguras, rentáveis e modernas. www.ondasegura.com.br
Fiador digital é mais seguro para o locador?

Quando se fala em aluguel residencial, a segurança financeira é uma das maiores preocupações de quem coloca um imóvel para locação. Afinal, como garantir que o pagamento do aluguel será feito em dia, sem dores de cabeça? É nesse cenário que a garantia locatícia ganha destaque como uma exigência comum no mercado imobiliário. E entre as diversas modalidades, o fiador digital vem se consolidando como a solução mais segura, prática e eficiente para o locador de imóveis. Neste artigo, você vai entender por que o fiador digital é mais confiável que o fiador tradicional, e como ele protege o seu patrimônio de forma moderna e descomplicada. O Que é Fiador Digital? O fiador digital é uma empresa especializada — como a Onda Segura — que assume a responsabilidade de garantir o pagamento do aluguel e encargos caso o inquilino não cumpra com suas obrigações. Diferente do fiador tradicional (uma pessoa física que pode enfrentar instabilidades financeiras), o fiador digital utiliza análise de crédito rigorosa, processos automatizados e recursos próprios para proteger o locador contra a inadimplência. Por Que o Fiador Digital é Mais Seguro Para o Locador? 1. Garantia Sólida e Confiável Empresas como a Onda Segura são focadas exclusivamente em garantia locatícia e têm estrutura para honrar os pagamentos de forma ágil e segura. Isso proporciona ao locador mais tranquilidade e previsibilidade financeira. 2. Análise de Crédito Rigorosa O fiador digital realiza uma avaliação detalhada do inquilino, com base em dados financeiros, score de crédito e histórico de pagamento. Isso reduz significativamente o risco de inadimplência. 3. Agilidade em Casos de Inadimplência Se o inquilino atrasar ou deixar de pagar, o fiador digital aciona protocolos automáticos para garantir o repasse ao proprietário. Não há necessidade de cobrança direta, disputas ou ações judiciais — o processo é rápido e eficaz. 4. Relação Profissional, Sem Envolvimento Emocional Ao contrário do fiador tradicional, que geralmente é um parente ou amigo do inquilino, o fiador digital mantém uma postura profissional e imparcial, evitando conflitos pessoais e facilitando a resolução de problemas. 5. Cobertura de Encargos Adicionais Além do aluguel, o fiador digital cobre encargos como condomínio, IPTU, multas e até danos ao imóvel, oferecendo uma proteção ainda mais completa para o proprietário. Fiador Digital: Segurança com Menos Burocracia Além de mais seguro, o fiador digital também é mais prático. Todo o processo — da análise de crédito à assinatura do contrato — acontece online. Isso significa: Para o locador, isso representa renda garantida com menos complicações. É a combinação ideal entre segurança e praticidade. Alugue com Segurança. Alugue com a Onda Segura. Na Onda Segura, oferecemos um fiador digital confiável, pensado para proteger o locador e facilitar a vida de quem quer alugar com tranquilidade. Entre em contato com a nossa equipe e descubra todas as vantagens de contar com uma garantia locatícia moderna, sólida e sem burocracia.